sábado, 24 de outubro de 2009

Hispano-Suiza





A marca é simultaneamente espanhola e francesa, mas as suas produções mais famosas saíram das fábricas parisienses. Encarnaram o luxo, o sucesso social, a alegria de viver, mas também a velocidade.

A Hispano-Suiza foi fundanda em 1914, em Barcelona, denominada Sociedad Anonima La Hispano-Siza. Os automoveis trazem o emblema da marca Hispano-Suiza, ou seja ,o nome é mais fácil de pronunciar do que o do seu criador, o engenheiro suiço Marc Birkigt, cuja sonoridade "exótica" agradará bastante em alguns paízes, nomeadamente anglo-saxônicos. Aqui temos um Hispano-Suiza H6C de 1934 em escala 1:43, note os detalhes dessa miniatura muito bem acabada.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Suzuki GSX R 750












Quando, em 1985, a Suzuki decidiu oferecer uma moto de série derivada das que corriam nos circuitos, não se imaginava que aquele veículo se tornaria um modelo a seguir. O que oferecia não era apenas tecnologia, potência e materiais sofisticados, mas também a realização de um sonho, a sensação de ser piloto de corridas ao sentar-se naquela primogênita GSX R 750 de 1985. Assim, ano após ano renovou aquela moto esperando agradar aos que sonhavam acordados. Até 2000, data do lançamento da última versão, muito mais potente e leve que as anteriores. Não há dúvida de que a GSX R 750 continua a ser uma das mais autênticas representantes da ideologia racing da marca japonesa.


domingo, 10 de maio de 2009

Hummer








Hummer, a marca que surgiu da industria bélica, hoje produz jipões de luxo para clientes como Arnold Schwarzenegger, Mike Tyson e Romário.

Carros dizem muito da época em que foram projetados. Os modelos da marca Hummer, por exemplo, mostram ideais modernos da sociedade americana: são truculentos, vistosos, caros e gastam combustíveis como se não houvesse amanhã. Tudo começou com os jipões militares HMMWV (ou Hum-Vee), que fizeram fama na Guerra do Golfo Pérsico. Criaram uma versão civil chamada Hummer H1 e o sucesso foi imediato. O modelo é capaz de enfrentar loucos desafios todo-terreno e a sua maior limitação é o próprio tamanho. Os americanos estavam usando o H1 na cidade, o que motivou o lançamento de outros modelos com a marca Hummer: primeiro o H2 e posteriormente o H3. São jipões cheios de cromados e ainda muito grandes, mantendo o estilo truculento e robusto. Hoje, principalmente na Califórnia, é possível ver cantores de rap dirigindo os Hummer H2 com enormes rodas polidas e pneus de pérfil baixo. Que por sinal nada mais oposto ao fora de estrada. Os Hummers também aparecem em filmes de muita ação como "Independence Day"," A Rocha", "Inferno de Dante" e também em séries como "As Tartaruga Ninja". Algumas celebridades conhecidas também possuem o Hummer, Arnold Schwarzenegger e Mike Tyson compraram o jipão. Aqui no Brasil, o jogador de futebol Romário é dono de um Hummer H2 amarelo. A general moto comprou a fábrica da Hummer e quis fazer um modelo com perfil mais urbano. Nascendo então o Hummer H2, cheio de luxo e capaz de enfrentar terrenos difíceis. O Hummer H2 é um modelo lançado em 2002, e que por sua vez é o primeiro fruto da compra Hummer pela General Motors. Por fora se parece com uma grande caixa de sapatos, medindo 4,82 metros de uma ponta a outra. Além disso, é cheio de cromados e tem o interior tão luxuoso quanto o de um Grand Cherokee. No H1 o motor e transmissão ficam praticamente dentro do veículo, deixando os bancos expremidos ao lado, no H2 o projeto mecânico é mais convencional: seu chassi é do utilitário Chevrolet Suburban, alongado e reforçado. Desta forma, sobra espaço e seus bancos mais parecem poltronas e há ainda a opção de se pôr um assento extra no porta-malas. Com 2.909 quilos, o HummerH2 deveria ser lento. No entanto, com motor V8 6.0 a gasolina, com 316 cavalos, acoplado a um cambio automático, o jipe até que anda razoavelmente.. Claro que ele não vence a inércia com ímpeto esportivo como se fosse um Porsche. Quando embala, vai muito bem até 110 km/h - acima disso começa a flutuar. A suspensão macia também o faz adernar em curvas fechadas. O que ajuda a segurar o H2 é a versátil tração integral, com comandos por botões. Em condições normais, a tração é dividida em 40% na frente e 60% atrás. Com o diferencial central bloqueado, a tração passa a ser 50%/50%. Há ainda a reduzida e a reduzida só com o diferencial traseiro bloqueado. Estas seleções ainda podem ser combinadas com os dois modos de controle de tração. No total há sete opções que fazem o carro trafegar serelepe no asfalto, no gelo, na terra ou areia. Para ajudar na areia, há o sistema que permite esvaziar ou encher os pneus sem sair do jipe. Não é de se estranhar que, a cada parada, o motorista do Hummer H2 tenha que ouvir perguntas de curiosos e admiradores do jipe. Mas antes de desejar estar no lugar do motorista de um Hummer, saiba que o consumo desse contêiner sobre rodas é assustador. Na estrada fica entre 6 e 7 km/l, enquanto nas cidades a média é de 4 e 5 km/l de gasolina. Tal desperdício de combustível ( que gera pesada emissão de gases poluentes) tem sido alvo de muitas críticas de ambientalistas. O gasto no posto, porém, não deve ser grande problema para quem pode comprar o jipe. Mesmo nos Estados Unidos, este Hummer com roupagem civil é um modelo muito caro. Alguns chegavam ao Brasil por meio de importadores independentes e seus preços iam às alturas: aproximadamente US$125.000(em nossa moeda R$270.000). A seguir você acompanhará uma sequência de vídeos com o Hummer H1, H2 e H3.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Fusca o imortal Volkswagen










O besouro que faz história até os dias de hoje, ainda continua inspirando muitos aficionados pelo mundo afora. Na verdade sobre o volkswagen beetle gostaria de falar em primeira pessoa, pois para mim é o carro de todos os tempos. Vejo o clássico beetle como um carro imortalizado, pode parecer até exagero. Aqui no brasil ele é chamado de Fusca, esse nome na verdade é uma corruptela da palavra alemã volks: que por sua vez acabou se consagrando no Brasil. O nosso Fusca tinha tudo para dar errado: como padrinho teve um dos piores ditadores como sabemos, teve a sua linha de montagem e produção bombardeada e quando tentava renascer, foi desprezado por outros fabricantes. A sua carroceria era vista com muita estranheza como também a concepção de sua mecânica. E para piorar o volkswagem, como era conhecido, não acompanhava modismos ou evolução aparente. E só para contrariar todas as probabilidades, o volkswagen sedan foi mantido em produção por seis décadas e tornou-se o automóvel mais vendido de todos os tempos. Só recentemente perdeu o seu título de carro mais vendido para o seu descendente, o Golf. Na época sendo substituído pelo Golf GTI em maio de 1974, o carro era esperado pelos alemães. O nosso amigo Fusca é um carro fácil de ser mantido e quase indestrutível que acabou tomando conta de nosso planeta, de modo que foi introduzido a diversas culturas. Nos EUA dos anos 60, por exemplo, fez muito sucesso como alternativa aos carros de motores V8. No Brasil havia passado a fazer parte de nossa história formando milhões de motoristas nas auto-escolas como também formando muitos mecânicos. Serviu também como primeiro carro para muitas gerações, desfilou em bairros nobres e para os que tinham pouco dinheiro foi o" carro possível". Até havia sido jipe na roça e modelo esportivo na cidade. Se houve um carro na história que usou mais acessórios, com certeza foi o Fusca. Na época criou-se inúmeros acessórios para o Fusca, tudo parecia possível adaptar no besouro. É só olhar nas ruas, até o dia de hoje em pleno século XXI a presença marcante do Fusca pelas ruas. O carro havia sido criado para o povo alemão, cujo objetivo era ser um carro de baixo custo para que o povo de baixa renda pudesse ter um carro na garagem. E posteriormente acabou se transformando em carro de guerra, devido à sua versatilidade, agilidade e robustez, a qual conquistaria o mundo em tempos de paz. O objetivo de Ferdinand Porsche, seu criador, era fazer um carro popular com formas arredondadas e motor trazeiro. No início dos anos 30, o renomado engenheiro tentou vender a idéia para as fábricas Zündapp e NSU, mas os planos não foram além de meia dúzia de protótipos. Adolf Hitler também queria um carro popular. Quando se tornou chanceler da alemanha, em 1933, uma de suas primeiras providências foi encomendar o projeto a Ferdinand Porsche. Com o volkswagen (carro do povo), seriam criados empregos num tempo de crise. E posteriormente desde o tempo de sua criação, a produção no Brasil durou de 1959 a 1986. Anos depois, veio a surpresa, o Fusca voltaria no Governo de Itamar Franco no ano de 1993. E enquanto no México a sua produção duraria um pouco mais até 2003. A verdade é que o nosso amado Fusca conquistou espaço em nosso mundo de várias maneiras, como em filmes: se meu fusca falasse e também em desenhos animados para quem se lembra de carangos e motocas. Um clássico da Hanna - Barbera onde o fusquinha Wheelie vivia suas aventuras sempre pronto a ajudar a sua namorada Ronda e sempre alerta com a turma do Chapa, composta de quatro motocas Choppers que viviam criando armadilhas para acabar com o Wheelie. O fusca é um carro que dá gosto de escrever sobre ele, no entanto ficarei por aqui. Porque tem muito assunto que não acaba mais, pois são poucos os carros que deixaram tanta história como esse guerreiro que atravessou décadas e vivenciou a guerra, trabalhou na roça, auto-escola, fez cinema e como também ganhou seus Moto Clubes pelo mundo todo. A miniatura acima em cor verde folha, possui escala 1:24. A miniatura em cor preta tem uma escala em aproximadamente 1:32 , pois a Welly em alguns de suas miniaturas não registram no fundo da miniatura a referida escala. E a em cor branca escala 1:32, cujo Fusca é do ano de 1967.
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sexta-feira, 13 de março de 2009

Kawasaki ZX -12 R Ninja

Aqui temos uma miniatura acima com plataforma de exposição em escala 1:24 e abaixo outra miniatura do mesmo modelo em escala 1:18.











































A pergunta que todos fizeram quando a Kawasaki ZX-12R foi oficialmente apresentada. Se a nova Kawasaki poderia destronar a Hayabusa como a moto de série mais rapida do mundo. Tendo em conta que a casa de Akashi se tem mantido historicamente fiel ao seu lema de possuir a moto mais potente do mercado, era lógico que construísse uma máquina capaz de destronar a Hayabusa. Não obstante, as inúmeras comparações que se realizaram posteriormente provaram que as diferenças entre ambas são mínimas. De fato essa Kawasaki tem uma bela estampa, pois o que mais impressiona ao ver a Kawasaki ZX-12 R é, sem dúvida, a cor dos seus plásticos: verde Kawasaki mas metalizado, uma mistura da cor radical de guerra da marca com metalizado que lhe dá sobriedade e elegância. As formas curvas de toda a moto contrastam com os pequenos e afilados winglets laterais. Os generosos retrovisores também seguem uma linha mais afilada que qualquer outro componente da motocicleta. Os punhos abertos, não muito baixos, o assento de pele antideslizante e uns estribos não demasiado atrasados, o suficiente para que os cotovelos não toquem no joelho quando alguém se senta nela, e a altura do seu ecrã são outros pormenores a destacar na fisionomia desta moto. A equipe que trabalhou no chassis realizou um bom trabalho, porque a máquina é suficientemente ágil para se tornar divertida nas curvas, mas também cómoda para percorrer grandes distâncias. O seu feedback é excelente, o que, a par de uma suspensão e de uns pneus excelentes, faz com que negociar curvas a grande velocidade não pareça muito arriscado. O relativo pouco avanço permite-lhe deslocar-se muito depressa por zonas serpenteantes. É muito ágil para uma moto de 1200 cc e inclina com facilidade, não tanto como a Yamaha YZF - R1, porém mais que a Hayabusa. A forquilha e o amortecedor um grande equilíbrio entre comodidade e controle, o que confere à moto um tato muito mais desportivo do que seria de esperar. Apesar da suspenção macia, a sua forquilha invertida absorve todas as irregularidadaes do terreno nas travagens mais fortes, sem ressaltos e com a motocicleta ainda inclinada. Os pif paf tornam-se muito simples de fazer, nota-se a direção muito livre e rápida, apesar de se tratar de uma moto de grande cilindrada. No que diz respeito à amortização, esta permite que a roda dianteira se mantenha sob controle sem eliminar a informação que chega às mãos e transmite o estado da estrada, o que evita que as irregularidades afetem os punhos. O mesmo acontece atrás, onde, além de suportar uma grande potência, o eixo traseiro realiza um trabalho impressionante"alisando" as irregularidades do terreno. A presente matéria é fonte de uma excelente coleção denominada Moto Collection, a qual traz informações do mundo das motos.








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Kawasaki ZX-9 R Ninja











Com um desempenho condizente com seu visual arrojado, a linha Kawasaki Ninja surgiu nos anos 80 fazendo história entre as esportivas. Gostaria de abrir um parenteses, quando se fala em Kawasaki você não deve pronunciar cavazaki, pois é assim que fica parecendo ao falar. Esse nome é japonês, quando pronunciar Kawasaki, a letra W tem som de U e a letra S tem som de dois SS, como na palavra assadeira; logo a pronuncia figurada é kauassaki. Bom voltando ao assunto a disnatia surgiu em 1984 quando a Kawasaki apresentou uma esportiva com motor de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 908 cm³ batizada de ZX900, cuja moto ficaria mais conhecida por seu nome de adoção americano: ninja. Não era a máquina mais rápida de seu tempo, nem a mais confortável na estrada. Em compensação, era muito agil e tinha preço razoável para os padrões do primeiro mundo. Foi pilotada por Tom Cruiser em" Top Gun" e por Michael Dudikof em "American Ninja 1". A família cresceu com modelos de 600cm³, 750cm³, 1.000cm³ e até 1.100cm³. As Ninja eram implacáveis como os "guerreiros das sombras" japoneses que lhe davam o nome. Por outro lado, não eram discretas: nos anos 90 quem tinha uma moto dessas não passava despercebido. Uma das mais interessantes versões dessa máquina japonesa surgiu em 1994, quando a Kawasaki criou a ZX-9R. Na verdade era uma resposta à Honda 900 RR Fireblade de 1992, e também o início de um período de ouro para motocicletas de cilindrada intermediária, que uniam a maneabilidade das esportivas de 750cm³ à potência das supermotos com motores acima de 1.000 cm³. A primeira ZX-9R trazia muitos materiais leves em sua construção. Mesmo assim era uma moto grande e pesava 215 kg. Em compensação, uns 125cv chegavam à roda traseira. Era a pujança do motor quatro tempo, de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 899cm³ se manifestando. Seu chassi, em compensação, ainda ficava devendo. Em 1998, a ZX-9R foi inteiramente redesenhada. A posição de pilotagem e o grande tamanho do chassi permaneceram os mesmos, mas houve a preocupação de se aliviar a moto: o peso baixou para 183 kg. O motor foi melhorado e, finalmente, essa Ninja ganhou uma pilotagem mais ágil que a Fireblade. Apesar do ótimo desempenho, a moto podia ser usada sem grandes problemas no dia-a-dia, já que funcionava bem em baixas velocidades. As modificações foram constantes até o fim da linha. Em 2002, o modelo ganhou linhas ainda mais aerodinâmicas e teve outra alteração chamativa: o uso de dois faróis. Mas, à época, já havia supermotos com muito mais apelo. Se, nas ruas, essa Kawasaki era difícil de ser vencida, nas pistas a história era bem diferente. Em 2003, a Yamaha e a Honda faziam bonito com concorrentes mais voltadas para as pistas, como a YZF-R1 e a nova GSX-R 1000. Havia chegado a hora de aposentar a ZX-9R. Posteriormente em seu lugar entrou algo mais forte: a Ninja ZX-10R. Nesse tempo, a linha já se completava com as ZX-12R, a qual possuia um sistema feito para limitar a velocidade máxima a "míseros" 300 km/h... Aqui temos uma Kawasaki ZX-9R Ninja em escala 1:18 produzida sob licensa pela Maisto. Cujo fabricante de miniaturas possui muitos modelos de motos, vale a pena investir.




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Porsche 356 B












Aqui temos um Porsche 356 B em escala 1:43



Porsche 356











No fim dos anos 50, o clássico modelo 356, marco de resistência da Porsche, estava se tornando insuficiente para atender a fome de velocidade no mundo do automobilísmo. Lançado em 1948, o primeiro carro da marca alemã era basicamente uma evolução esportiva do fusca. E que posteriormente seria substituído mais precisamente em 1961 pelo Porsche 911 carrera. A construção do 356 foi inciada em junho de 1947, o primeiro protótipo ficou pronto para os testes de estrada 11 meses depois. O 356 possuia um motor de quatro cilindros planos e 1.131 cc, refrigerado a ar; o mesmo usado no fusca, porém com válvulas maiores e uma comprensão mais alta que elevava a potência real de 25cv para 40 cv. O motor foi instalado na frente do eixo traseiro, como no famoso carro de competição Auto Union construído por Ferdinand Porsche no ínicio dos anos 30. Aqui podemos ver a miniatura de um porsche 356 em escala 1:43, conversível em cor prata. O 356 antes de dar lugar ao Porsche 911, teve a sua evolução e aperfeiçoamento até 1965. O 356A, fabricado entre 1955 a 1959, o qual visto por fora era muito parecido com o 356, porém com uma bitola de16mm maior e 40 kg mais pesado. O parabrisas era ligeiramente curvo e a suspensão mais suave. Como também um amortecedor de impacto havia sido incluído com o objetivo de diminuir as vibrações do volante da direção. Na sucessão ainda se seguia o 356 carrera, o qual foi o primeiro dos muitos Porsches que ostentam essa designação clássica. A partir de 1959 até 1963começou-se a fabricar o 356 B, cujo modelo se diferenciava dos anteriores pela sua dianteira remodelada, com faróis e parachoque elevados. E ainda 356 carrera (1960-1965) e 356 C (1963-1965), mas no início da década de 60 já estava evidente o fim da série 356, embora ainda houvesse muito trabalho a ser feito.




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