Mostrando postagens com marcador Superbikes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Superbikes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Suzuki GSX R 750












Quando, em 1985, a Suzuki decidiu oferecer uma moto de série derivada das que corriam nos circuitos, não se imaginava que aquele veículo se tornaria um modelo a seguir. O que oferecia não era apenas tecnologia, potência e materiais sofisticados, mas também a realização de um sonho, a sensação de ser piloto de corridas ao sentar-se naquela primogênita GSX R 750 de 1985. Assim, ano após ano renovou aquela moto esperando agradar aos que sonhavam acordados. Até 2000, data do lançamento da última versão, muito mais potente e leve que as anteriores. Não há dúvida de que a GSX R 750 continua a ser uma das mais autênticas representantes da ideologia racing da marca japonesa.


sexta-feira, 13 de março de 2009

Kawasaki ZX -12 R Ninja

Aqui temos uma miniatura acima com plataforma de exposição em escala 1:24 e abaixo outra miniatura do mesmo modelo em escala 1:18.











































A pergunta que todos fizeram quando a Kawasaki ZX-12R foi oficialmente apresentada. Se a nova Kawasaki poderia destronar a Hayabusa como a moto de série mais rapida do mundo. Tendo em conta que a casa de Akashi se tem mantido historicamente fiel ao seu lema de possuir a moto mais potente do mercado, era lógico que construísse uma máquina capaz de destronar a Hayabusa. Não obstante, as inúmeras comparações que se realizaram posteriormente provaram que as diferenças entre ambas são mínimas. De fato essa Kawasaki tem uma bela estampa, pois o que mais impressiona ao ver a Kawasaki ZX-12 R é, sem dúvida, a cor dos seus plásticos: verde Kawasaki mas metalizado, uma mistura da cor radical de guerra da marca com metalizado que lhe dá sobriedade e elegância. As formas curvas de toda a moto contrastam com os pequenos e afilados winglets laterais. Os generosos retrovisores também seguem uma linha mais afilada que qualquer outro componente da motocicleta. Os punhos abertos, não muito baixos, o assento de pele antideslizante e uns estribos não demasiado atrasados, o suficiente para que os cotovelos não toquem no joelho quando alguém se senta nela, e a altura do seu ecrã são outros pormenores a destacar na fisionomia desta moto. A equipe que trabalhou no chassis realizou um bom trabalho, porque a máquina é suficientemente ágil para se tornar divertida nas curvas, mas também cómoda para percorrer grandes distâncias. O seu feedback é excelente, o que, a par de uma suspensão e de uns pneus excelentes, faz com que negociar curvas a grande velocidade não pareça muito arriscado. O relativo pouco avanço permite-lhe deslocar-se muito depressa por zonas serpenteantes. É muito ágil para uma moto de 1200 cc e inclina com facilidade, não tanto como a Yamaha YZF - R1, porém mais que a Hayabusa. A forquilha e o amortecedor um grande equilíbrio entre comodidade e controle, o que confere à moto um tato muito mais desportivo do que seria de esperar. Apesar da suspenção macia, a sua forquilha invertida absorve todas as irregularidadaes do terreno nas travagens mais fortes, sem ressaltos e com a motocicleta ainda inclinada. Os pif paf tornam-se muito simples de fazer, nota-se a direção muito livre e rápida, apesar de se tratar de uma moto de grande cilindrada. No que diz respeito à amortização, esta permite que a roda dianteira se mantenha sob controle sem eliminar a informação que chega às mãos e transmite o estado da estrada, o que evita que as irregularidades afetem os punhos. O mesmo acontece atrás, onde, além de suportar uma grande potência, o eixo traseiro realiza um trabalho impressionante"alisando" as irregularidades do terreno. A presente matéria é fonte de uma excelente coleção denominada Moto Collection, a qual traz informações do mundo das motos.








Kawasaki ZX-9 R Ninja











Com um desempenho condizente com seu visual arrojado, a linha Kawasaki Ninja surgiu nos anos 80 fazendo história entre as esportivas. Gostaria de abrir um parenteses, quando se fala em Kawasaki você não deve pronunciar cavazaki, pois é assim que fica parecendo ao falar. Esse nome é japonês, quando pronunciar Kawasaki, a letra W tem som de U e a letra S tem som de dois SS, como na palavra assadeira; logo a pronuncia figurada é kauassaki. Bom voltando ao assunto a disnatia surgiu em 1984 quando a Kawasaki apresentou uma esportiva com motor de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 908 cm³ batizada de ZX900, cuja moto ficaria mais conhecida por seu nome de adoção americano: ninja. Não era a máquina mais rápida de seu tempo, nem a mais confortável na estrada. Em compensação, era muito agil e tinha preço razoável para os padrões do primeiro mundo. Foi pilotada por Tom Cruiser em" Top Gun" e por Michael Dudikof em "American Ninja 1". A família cresceu com modelos de 600cm³, 750cm³, 1.000cm³ e até 1.100cm³. As Ninja eram implacáveis como os "guerreiros das sombras" japoneses que lhe davam o nome. Por outro lado, não eram discretas: nos anos 90 quem tinha uma moto dessas não passava despercebido. Uma das mais interessantes versões dessa máquina japonesa surgiu em 1994, quando a Kawasaki criou a ZX-9R. Na verdade era uma resposta à Honda 900 RR Fireblade de 1992, e também o início de um período de ouro para motocicletas de cilindrada intermediária, que uniam a maneabilidade das esportivas de 750cm³ à potência das supermotos com motores acima de 1.000 cm³. A primeira ZX-9R trazia muitos materiais leves em sua construção. Mesmo assim era uma moto grande e pesava 215 kg. Em compensação, uns 125cv chegavam à roda traseira. Era a pujança do motor quatro tempo, de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 899cm³ se manifestando. Seu chassi, em compensação, ainda ficava devendo. Em 1998, a ZX-9R foi inteiramente redesenhada. A posição de pilotagem e o grande tamanho do chassi permaneceram os mesmos, mas houve a preocupação de se aliviar a moto: o peso baixou para 183 kg. O motor foi melhorado e, finalmente, essa Ninja ganhou uma pilotagem mais ágil que a Fireblade. Apesar do ótimo desempenho, a moto podia ser usada sem grandes problemas no dia-a-dia, já que funcionava bem em baixas velocidades. As modificações foram constantes até o fim da linha. Em 2002, o modelo ganhou linhas ainda mais aerodinâmicas e teve outra alteração chamativa: o uso de dois faróis. Mas, à época, já havia supermotos com muito mais apelo. Se, nas ruas, essa Kawasaki era difícil de ser vencida, nas pistas a história era bem diferente. Em 2003, a Yamaha e a Honda faziam bonito com concorrentes mais voltadas para as pistas, como a YZF-R1 e a nova GSX-R 1000. Havia chegado a hora de aposentar a ZX-9R. Posteriormente em seu lugar entrou algo mais forte: a Ninja ZX-10R. Nesse tempo, a linha já se completava com as ZX-12R, a qual possuia um sistema feito para limitar a velocidade máxima a "míseros" 300 km/h... Aqui temos uma Kawasaki ZX-9R Ninja em escala 1:18 produzida sob licensa pela Maisto. Cujo fabricante de miniaturas possui muitos modelos de motos, vale a pena investir.