sexta-feira, 13 de março de 2009

Kawasaki ZX-9 R Ninja











Com um desempenho condizente com seu visual arrojado, a linha Kawasaki Ninja surgiu nos anos 80 fazendo história entre as esportivas. Gostaria de abrir um parenteses, quando se fala em Kawasaki você não deve pronunciar cavazaki, pois é assim que fica parecendo ao falar. Esse nome é japonês, quando pronunciar Kawasaki, a letra W tem som de U e a letra S tem som de dois SS, como na palavra assadeira; logo a pronuncia figurada é kauassaki. Bom voltando ao assunto a disnatia surgiu em 1984 quando a Kawasaki apresentou uma esportiva com motor de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 908 cm³ batizada de ZX900, cuja moto ficaria mais conhecida por seu nome de adoção americano: ninja. Não era a máquina mais rápida de seu tempo, nem a mais confortável na estrada. Em compensação, era muito agil e tinha preço razoável para os padrões do primeiro mundo. Foi pilotada por Tom Cruiser em" Top Gun" e por Michael Dudikof em "American Ninja 1". A família cresceu com modelos de 600cm³, 750cm³, 1.000cm³ e até 1.100cm³. As Ninja eram implacáveis como os "guerreiros das sombras" japoneses que lhe davam o nome. Por outro lado, não eram discretas: nos anos 90 quem tinha uma moto dessas não passava despercebido. Uma das mais interessantes versões dessa máquina japonesa surgiu em 1994, quando a Kawasaki criou a ZX-9R. Na verdade era uma resposta à Honda 900 RR Fireblade de 1992, e também o início de um período de ouro para motocicletas de cilindrada intermediária, que uniam a maneabilidade das esportivas de 750cm³ à potência das supermotos com motores acima de 1.000 cm³. A primeira ZX-9R trazia muitos materiais leves em sua construção. Mesmo assim era uma moto grande e pesava 215 kg. Em compensação, uns 125cv chegavam à roda traseira. Era a pujança do motor quatro tempo, de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 899cm³ se manifestando. Seu chassi, em compensação, ainda ficava devendo. Em 1998, a ZX-9R foi inteiramente redesenhada. A posição de pilotagem e o grande tamanho do chassi permaneceram os mesmos, mas houve a preocupação de se aliviar a moto: o peso baixou para 183 kg. O motor foi melhorado e, finalmente, essa Ninja ganhou uma pilotagem mais ágil que a Fireblade. Apesar do ótimo desempenho, a moto podia ser usada sem grandes problemas no dia-a-dia, já que funcionava bem em baixas velocidades. As modificações foram constantes até o fim da linha. Em 2002, o modelo ganhou linhas ainda mais aerodinâmicas e teve outra alteração chamativa: o uso de dois faróis. Mas, à época, já havia supermotos com muito mais apelo. Se, nas ruas, essa Kawasaki era difícil de ser vencida, nas pistas a história era bem diferente. Em 2003, a Yamaha e a Honda faziam bonito com concorrentes mais voltadas para as pistas, como a YZF-R1 e a nova GSX-R 1000. Havia chegado a hora de aposentar a ZX-9R. Posteriormente em seu lugar entrou algo mais forte: a Ninja ZX-10R. Nesse tempo, a linha já se completava com as ZX-12R, a qual possuia um sistema feito para limitar a velocidade máxima a "míseros" 300 km/h... Aqui temos uma Kawasaki ZX-9R Ninja em escala 1:18 produzida sob licensa pela Maisto. Cujo fabricante de miniaturas possui muitos modelos de motos, vale a pena investir.




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