sexta-feira, 13 de março de 2009

Kawasaki ZX -12 R Ninja

Aqui temos uma miniatura acima com plataforma de exposição em escala 1:24 e abaixo outra miniatura do mesmo modelo em escala 1:18.











































A pergunta que todos fizeram quando a Kawasaki ZX-12R foi oficialmente apresentada. Se a nova Kawasaki poderia destronar a Hayabusa como a moto de série mais rapida do mundo. Tendo em conta que a casa de Akashi se tem mantido historicamente fiel ao seu lema de possuir a moto mais potente do mercado, era lógico que construísse uma máquina capaz de destronar a Hayabusa. Não obstante, as inúmeras comparações que se realizaram posteriormente provaram que as diferenças entre ambas são mínimas. De fato essa Kawasaki tem uma bela estampa, pois o que mais impressiona ao ver a Kawasaki ZX-12 R é, sem dúvida, a cor dos seus plásticos: verde Kawasaki mas metalizado, uma mistura da cor radical de guerra da marca com metalizado que lhe dá sobriedade e elegância. As formas curvas de toda a moto contrastam com os pequenos e afilados winglets laterais. Os generosos retrovisores também seguem uma linha mais afilada que qualquer outro componente da motocicleta. Os punhos abertos, não muito baixos, o assento de pele antideslizante e uns estribos não demasiado atrasados, o suficiente para que os cotovelos não toquem no joelho quando alguém se senta nela, e a altura do seu ecrã são outros pormenores a destacar na fisionomia desta moto. A equipe que trabalhou no chassis realizou um bom trabalho, porque a máquina é suficientemente ágil para se tornar divertida nas curvas, mas também cómoda para percorrer grandes distâncias. O seu feedback é excelente, o que, a par de uma suspensão e de uns pneus excelentes, faz com que negociar curvas a grande velocidade não pareça muito arriscado. O relativo pouco avanço permite-lhe deslocar-se muito depressa por zonas serpenteantes. É muito ágil para uma moto de 1200 cc e inclina com facilidade, não tanto como a Yamaha YZF - R1, porém mais que a Hayabusa. A forquilha e o amortecedor um grande equilíbrio entre comodidade e controle, o que confere à moto um tato muito mais desportivo do que seria de esperar. Apesar da suspenção macia, a sua forquilha invertida absorve todas as irregularidadaes do terreno nas travagens mais fortes, sem ressaltos e com a motocicleta ainda inclinada. Os pif paf tornam-se muito simples de fazer, nota-se a direção muito livre e rápida, apesar de se tratar de uma moto de grande cilindrada. No que diz respeito à amortização, esta permite que a roda dianteira se mantenha sob controle sem eliminar a informação que chega às mãos e transmite o estado da estrada, o que evita que as irregularidades afetem os punhos. O mesmo acontece atrás, onde, além de suportar uma grande potência, o eixo traseiro realiza um trabalho impressionante"alisando" as irregularidades do terreno. A presente matéria é fonte de uma excelente coleção denominada Moto Collection, a qual traz informações do mundo das motos.








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Kawasaki ZX-9 R Ninja











Com um desempenho condizente com seu visual arrojado, a linha Kawasaki Ninja surgiu nos anos 80 fazendo história entre as esportivas. Gostaria de abrir um parenteses, quando se fala em Kawasaki você não deve pronunciar cavazaki, pois é assim que fica parecendo ao falar. Esse nome é japonês, quando pronunciar Kawasaki, a letra W tem som de U e a letra S tem som de dois SS, como na palavra assadeira; logo a pronuncia figurada é kauassaki. Bom voltando ao assunto a disnatia surgiu em 1984 quando a Kawasaki apresentou uma esportiva com motor de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 908 cm³ batizada de ZX900, cuja moto ficaria mais conhecida por seu nome de adoção americano: ninja. Não era a máquina mais rápida de seu tempo, nem a mais confortável na estrada. Em compensação, era muito agil e tinha preço razoável para os padrões do primeiro mundo. Foi pilotada por Tom Cruiser em" Top Gun" e por Michael Dudikof em "American Ninja 1". A família cresceu com modelos de 600cm³, 750cm³, 1.000cm³ e até 1.100cm³. As Ninja eram implacáveis como os "guerreiros das sombras" japoneses que lhe davam o nome. Por outro lado, não eram discretas: nos anos 90 quem tinha uma moto dessas não passava despercebido. Uma das mais interessantes versões dessa máquina japonesa surgiu em 1994, quando a Kawasaki criou a ZX-9R. Na verdade era uma resposta à Honda 900 RR Fireblade de 1992, e também o início de um período de ouro para motocicletas de cilindrada intermediária, que uniam a maneabilidade das esportivas de 750cm³ à potência das supermotos com motores acima de 1.000 cm³. A primeira ZX-9R trazia muitos materiais leves em sua construção. Mesmo assim era uma moto grande e pesava 215 kg. Em compensação, uns 125cv chegavam à roda traseira. Era a pujança do motor quatro tempo, de quatro cilindros, dezesseis válvulas e 899cm³ se manifestando. Seu chassi, em compensação, ainda ficava devendo. Em 1998, a ZX-9R foi inteiramente redesenhada. A posição de pilotagem e o grande tamanho do chassi permaneceram os mesmos, mas houve a preocupação de se aliviar a moto: o peso baixou para 183 kg. O motor foi melhorado e, finalmente, essa Ninja ganhou uma pilotagem mais ágil que a Fireblade. Apesar do ótimo desempenho, a moto podia ser usada sem grandes problemas no dia-a-dia, já que funcionava bem em baixas velocidades. As modificações foram constantes até o fim da linha. Em 2002, o modelo ganhou linhas ainda mais aerodinâmicas e teve outra alteração chamativa: o uso de dois faróis. Mas, à época, já havia supermotos com muito mais apelo. Se, nas ruas, essa Kawasaki era difícil de ser vencida, nas pistas a história era bem diferente. Em 2003, a Yamaha e a Honda faziam bonito com concorrentes mais voltadas para as pistas, como a YZF-R1 e a nova GSX-R 1000. Havia chegado a hora de aposentar a ZX-9R. Posteriormente em seu lugar entrou algo mais forte: a Ninja ZX-10R. Nesse tempo, a linha já se completava com as ZX-12R, a qual possuia um sistema feito para limitar a velocidade máxima a "míseros" 300 km/h... Aqui temos uma Kawasaki ZX-9R Ninja em escala 1:18 produzida sob licensa pela Maisto. Cujo fabricante de miniaturas possui muitos modelos de motos, vale a pena investir.




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Porsche 356 B












Aqui temos um Porsche 356 B em escala 1:43



Porsche 356











No fim dos anos 50, o clássico modelo 356, marco de resistência da Porsche, estava se tornando insuficiente para atender a fome de velocidade no mundo do automobilísmo. Lançado em 1948, o primeiro carro da marca alemã era basicamente uma evolução esportiva do fusca. E que posteriormente seria substituído mais precisamente em 1961 pelo Porsche 911 carrera. A construção do 356 foi inciada em junho de 1947, o primeiro protótipo ficou pronto para os testes de estrada 11 meses depois. O 356 possuia um motor de quatro cilindros planos e 1.131 cc, refrigerado a ar; o mesmo usado no fusca, porém com válvulas maiores e uma comprensão mais alta que elevava a potência real de 25cv para 40 cv. O motor foi instalado na frente do eixo traseiro, como no famoso carro de competição Auto Union construído por Ferdinand Porsche no ínicio dos anos 30. Aqui podemos ver a miniatura de um porsche 356 em escala 1:43, conversível em cor prata. O 356 antes de dar lugar ao Porsche 911, teve a sua evolução e aperfeiçoamento até 1965. O 356A, fabricado entre 1955 a 1959, o qual visto por fora era muito parecido com o 356, porém com uma bitola de16mm maior e 40 kg mais pesado. O parabrisas era ligeiramente curvo e a suspensão mais suave. Como também um amortecedor de impacto havia sido incluído com o objetivo de diminuir as vibrações do volante da direção. Na sucessão ainda se seguia o 356 carrera, o qual foi o primeiro dos muitos Porsches que ostentam essa designação clássica. A partir de 1959 até 1963começou-se a fabricar o 356 B, cujo modelo se diferenciava dos anteriores pela sua dianteira remodelada, com faróis e parachoque elevados. E ainda 356 carrera (1960-1965) e 356 C (1963-1965), mas no início da década de 60 já estava evidente o fim da série 356, embora ainda houvesse muito trabalho a ser feito.




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quarta-feira, 4 de março de 2009

BMW R 1200 C








Para criar a R 1200 C, a BMW se inspirou nas grandes motocicletas Custons dos Estados Unidos, mas aprimorou a fórmula. A clássica Harley Davidson marcou época como guardiã do estilo de motocicletas custom. Havia conterrâneas como Indian, Henderson e Excelsior as quais foram ficando pela beira das estradas do fracassos, enquanto a Harley não somente sobreviveu como também acabou prosperando. E que por sua vez acabou inspirando algumas cópias até melhores que a original. No entanto, a inspiração ( sem imitação) mais elaborada veio da BMW. Em 1997, quando a BMW compreendeu que não fábricar uma motocicleta custom à moda Harley seria bobagem. Logo os alemães construiram uma custom que não é um clone da Harley. Mas se adapta perfeitamente ao estilo americano, com asfalto perfeito, longas retas, velocidade rigidamente controlada e guidom estilo "seca sovaco". A BMW R 1200 C possui o motor tradicional boxer, dois cilindros e refrigerado a ar. Essa motocicleta traz uma inovção formidável: o suporte da dianteira que separa a direção da suspensão propriamente dita. Enquanto as outras motocicletas convencionais unem direção e suspensão dianteira em um único conjunto, a R 1200 C possui uns triângulos ( como na suspensão de um carro) e a roda vai fixa neles. E entre esses triângulos está um amortecedor e uma mola que respondem progressivamente, passando pelas irregularidades da pista sem que os desníveis se reflitam na direção. Isso favorece positivamente na estabilidade e aderência na pista. Na R 1200 C a posição do motociclista é bem Harley, de braços abertos, punhos altos e secando sovacos ao vento, mas o banco não fica tão baixo que provoque desconforto. Saiba que o controle dessa BMW é bastante seguro, de modo que você possa fazer um jogo rápido nas serras. Essa motocicleta quando na estrada não balança lateralmente, segue determinada em linhas retas, pois foi para isso que ela foi projetada. Com suas rodas traseiras de vasta proporção e largura absorve com facilidade as irregularidades das estradas. A BMW R 1200 C é uma motocicleta para longas distâncias, a qual proporciona conforto e segurança nas viagens. Sem deixa de lado é claro a confiabilidade da marca alemã. A miniatura da BMW R1200 C tem sua escala em 1:18, fabricada pela Maisto.


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